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FAME. Como tornar o seu feedback eficaz!

Uma pessoa que alcança fama é alguém que se destaca pelo seu desempenho numa determinada atividade. Um feedback FAME permite-lhe ajudar alguém a ter sucesso, e a si também. Como disse Ken Blanchard “o feedback é o pequeno almoço dos campeões”! Poderá brilhar entre os seus pares, pois esta é uma competência muito reclamada por quem a gostaria de a usufruir de forma adequada e sistemática (em particular colaboradores e filhos), e muito pouco dominada por todos nós. É essencial para quem tem a responsabilidade de liderar pessoas.

O acrónimo FAME foi criado por mim para facilitar a apropriação das características essenciais do feedback eficaz, nomeadamente:

F – Fundamentado

A – Atempado

M – Motivador

E – Específico

Como tornar o seu feedback eficaz

Como tornar o seu feedback eficaz

Fundamentado

A palavra anglo-saxónica feedback, assim como a sua tradução portuguesa, retroalimentação ou retorno da informação, reporta a algo que aconteceu no passado. Pode ter acabado de acontecer ou pode ter acontecido há algumas horas ou dias. Daí que quando fazemos um elogio ou uma chamada de atenção, referimo-nos a algo que observámos alguém dizer e/ou fazer, ou seja, referimo-nos a um determinado comportamento ou conjunto de comportamentos observados. Existem assim factos reais que fundamentam a nossa comunicação e devemos atermo-nos, o mais possível, a estes, quando compomos o nosso feedback, sob pena de resvalar para interpretações erróneas, generalizações e outras distorções cognitivas, que desproveem o feedback de objetividade e clareza.

Atempado

O feedback é uma ferramenta que funciona melhor quando dado no imediato, isto é, logo após a ocorrência. As evidências que o fundamentam estão ‘frescas’ na memória de quem dá e recebe o feedback, minimizando eventuais efeitos de halo ou negação dos factos ocorridos. Isto não invalida que a comunicação possa ser adiada por algum tempo – mas não muito -, caso aquele não seja o espaço ou o tempo apropriado, ou as condições emocionais de um ou ambos os interlocutores não o aconselhem.

Motivador

Para que damos feedback? Para que precisamos de feedback? Uma observação sobre o nosso comportamento, seja ela um reconhecimento ou redirecionamento, dá-nos a oportunidade de perceber como estamos a ser percecionados pelos outros e qual o seu impacto nas pessoas e sistemas que nos rodeiam. Esta informação valiosa ajuda-nos a decidir que comportamentos reforçar e quais adequar. Pese embora o feedback seja um elemento de motivação extrínseca (externa), algumas experiências demonstram que, ao contrário de recompensas financeiras que podem ter um efeito redutor da motivação intrínseca (interna), um feedback adequado tem um efeito positivo neste segundo tipo de motivação, o qual é mais sustentável e duradouro. O feedback positivo, orientado à solução e focado na melhoria de comportamentos futuros, reforça os motivos que nos impulsionam a agir de uma determinada maneira. Estes motivos estão quase sempre ligados às necessidades psicológicas básicas de autonomia, conexão e competência. Mas se formos proativos, e pedirmos feedback, em vez de aguardar por ele, a probabilidade de nos sentirmos mais motivados é superior, já que estamos a atender às nossas necessidades de autonomia (escolho saber o que o outro pensa da minha atuação), conexão (fortifico a relação, demonstro que opinião do outro é importante para mim) e competência (elevo a autoconsciência e as possibilidades de desenvolvimento).

Específico

Uma pesquisa da Gallup* refere que apenas 26% dos colaboradores afirmam que o feedback que recebem melhora o seu trabalho. Uma das razões prende-se com a falta de detalhe: se queremos que o feedback auxilie na orientação dos comportamentos, quanto mais clara e precisa for a informação transmitida, mais fácil será reconhecer os aspetos a manter ou alterar. Se é agradável ouvir dizer “Bom trabalho!”, esta afirmação não nos fornece matéria suficiente para distinguir os elementos do nosso desempenho que estão efetivamente a ser valorizados. Uma afirmação vaga não ativa a reflexão, a aprendizagem. Em caso de redirecionamento, algo do género “Isto está mal feito!”, pode ter um efeito mais pernicioso. Ao não descrevermos o comportamento de modo específico, como algo que ocorreu de uma determinada forma, num determinado momento, a tendência é que a pessoa entenda a observação como uma crítica generalizada e pessoal, um ataque à sua personalidade. E quando nos sentimos atacados, os nossos centros de aprendizagem, resolução de problemas e criatividade ficam bloqueados, dificultando uma análise objetiva da situação e a consequente decisão e ação de melhoria.

Como tornar o seu feedback eficaz. Saber dar e receber feedback FAME é uma competência imprescindível na relação com o outro, sejam eles chefias, colaboradores, clientes, familiares ou amigos. Exige aprender como, quando e para quê fazer, experimentar, pedir feedback, refletir e voltar a experimentar, num ciclo perpétuo. Existem boas práticas que facilitam e treino em contextos simulados (formação, workshops) que permitem experimentar sem riscos, mas depois é preciso ser persistente no seu uso, não desistindo quando o resultado não for o esperado, acreditando que está a dar o seu contributo para o desenvolvimento de alguém e a dar-se a si a oportunidade de ser a sua melhor versão.

Como tornar o seu feedback eficaz? Se quer aprender e experimentar connosco, veja aqui as oportunidades que temos para si!

*Fonte: https://www.gallup.com/workplace/271184/effective-feedback-kind-ask.aspx

5 reações negativas ao feedback

Porque tememos dar e receber feedback? Todos concordamos que é útil conhecer se estamos a ir de encontro às necessidades e expetativas de determinada pessoa, cliente, grupo ou organização. Muitas vezes reclamamos porque não temos informação de retorno que nos permita tomar as melhores decisões. No entanto, perante uma observação que alerta para um comportamento menos eficaz, eficiente ou adequado da nossa parte, empunhamos o nosso escudo protetor e preparamo-nos para o ataque.

Estas emoções e sentimentos surgem mesmo perante um feedback eficaz, pois dependem mais do estado da nossa autoestima do quê ou do como o outro está a comunicar. Receamos a crítica, o julgamento do outro, temos medo de falhar ou que descubram que somos uma fraude, tememos ser rejeitados ou temos a sensação de não ser suficientes (inteligente, atraente, capaz…).

 

5 reações negativas ao feedback

As 5 reações negativas ao feedback de redireccionamento são, segundo The Corporate Executive Board Company, a hostilidade, indiferença, falta de confiança, desresponsabilização e choque.

As 5 reações negativas ao feedback

Hostilidade

  • Ataca a sua credibilidade e os factos
  • Não reconhece a situação, nega os incidentes ou desvaloriza o impacto das suas ações

Indiferença

  • Reage com apatia
  • Não se compromete totalmente com a melhoria

Falta de confiança

  • Inseguro da sua capacidade para melhorar
  • Aversão a correr riscos

Desresponsabilização

  • Pode reconhecer a veracidade dos factos, mas não assume a responsabilidade
  • Mostra de forma indireta que não se compromete a mudar.

Choque

  • Fica zangado e reage de forma emotiva

5 reações negativas ao feedback

Estas reações instintivas ligada às necessidades básicas de sobrevivência e proteção, este  medo real ou imaginado, já que o nosso cérebro parece não distinguir um do outro, mantem-nos seguros, mas também impede-nos de arriscar, capacidade crítica para a inovação, co-criação, colaboração e desempenho.

O receio de escutar o que não queremos ouvir, sendo que amiúde não é tanto o que nos dizem que nos magoa, mas antes a interpretação que fazemos do que nos é dito, ou então o temor da reação do outro ao nosso feedback, afasta-nos de utilizar esta ferramenta com a regularidade necessária. E quanto menos usamos, menor é a possibilidade de nos tornarmos confortáveis e quiçá mestres na sua arte.

Dessensibilizar a reação ao feedback

Mas será possível reduzir a sensibilidade e aumentar a tolerância à crítica, e usufruir plenamente de todo o potencial de um feedback eficaz? Conseguir dar e receber feedback, seja um elogio ou uma chamada de atenção, sentindo-me confortável, agradecido ou satisfeito, com aquela emoção agradável de quando oferecemos ou recebemos uma dádiva?

Dessensibilizar a reação ao feedback

O processo de dessensibilização começa no que escolhemos pensar e sentir acerca do feedback. Se o emitirmos com o genuíno intuito de contribuir para o sucesso do nosso interlocutor e se o recebermos como um incentivo ao nosso desenvolvimento; se aceitarmos que o outro tem uma visão diferente e a encararmos com curiosidade e empatia, e se ambos nos permitirmos explorar as nossas visões e emoções e assim aprendermos em conjunto, é possível com gentileza e persistência mudar o padrão de reação ao feedback.

Firme com o assunto, gentil com a pessoa

Ancorados num olhar positivo do feedback, podemos agora dar atenção ao nosso interlocutor, começando por escutá-lo para o compreender. Uma boa prática é começar com uma pergunta, em vez de uma afirmação. Deixar que seja o outro a falar da situação e a identificar as ações para a mudança.

Caso a pessoa ainda não esteja aberta a este tipo de abordagem, é recomendável descrever os comportamentos inadequados de forma positiva, especificando a mudança desejada e os seus benefícios. O foco é assim no comportamento futuro, evitando repisar os erros passados que provocam as reações adversas já referidas.

Invista em “apanhar as pessoas a fazer coisas bem feitas” e reconheça, não só porque precisamos de vários elogios para equilibrar uma chamada de atenção, mas também porque ajuda a reforçar a segurança psicológica, a empatia e a confiança, que promovem maior abertura à crítica. Canalize a energia do medo para a curiosidade, autodescoberta e desenvolvimento.

Se, ao invés, o feedback lhe for dirigido, e não o considerar oportuno ou fundamentado, em vez de se ocupar com negações ou justificações, interrogue-se: o que fiz ou disse que levou esta pessoa a interpretar a situação desta forma? O que posso aprender com este comentário? E agradeça ao seu interlocutor.

Um feedback eficaz, seja um elogio ou uma chamada de atenção, é uma oportunidade de aprendizagem para quem dá e recebe. Não deixe que o medo o impeça de desenvolver esta competência crucial na interação com o outro. Dê atenção às emoções e motivos que o movem a si e ao seu interlocutor e canalizem essa energia para extrair o máximo de benefícios para o vosso crescimento.

Feedback Eficaz

  • Sente-se constrangido quando tem de chamar a atenção a alguém ou mesmo elogiar?
  • O que diz parece não ter o efeito desejado?

Ao dominar esta competência crítica na interação com os outros, irá sentir-se mais confiante e capaz de comunicar com clareza o que pretende e facilitar a adesão do outro à sua mensagem.

Conheça a Ferramenta Feedback Eficaz integrada na “Caixa Mágica” ToolBox Wif-academy

 

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A ideia de criar minúsculas dinâmicas formativas de 2 a 4h em redor de uma ferramenta, veio da nossa experiência enquanto coaches individuais e de equipa, facilitadores, formadores e consultores, onde nos foi sempre útil ter uma boa caixa de ferramentas. Adoramos a nossa caixa mágica e queremos partilhar consigo as ferramentas que tiveram mais sucesso connosco e que o vão ajudar a liderar a sua equipa, a sua organização e a si próprio.

Numa época em que nos pedem para ser ágeis e eficazes, criativos e colaborativos, visionários e pragmáticos, enfim, super-heróis, precisamos de ferramentas de fácil compreensão e utilização, que sintetizem de forma rápida, clara, específica e estruturada, a informação que necessitamos para diagnosticar, planear, organizar, criar, desenvolver, implementar, comunicar ou avaliar uma determinada situação.

E este é nosso desafio para si. Venha experimentar connosco! Queremos que saia da ação entusiasmado e confiante para aplicar a ferramenta de imediato na sua vida pessoal ou profissional. Criámos uma metodologia que dá especial enfoque à experimentação, interação e colaboração entre os participantes, aproximando-se do ambiente presencial e facilitada pelas tecnologias digitais.

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UM “DIRETIVO” FELIZ ESTÁ NUM BOM CAMINHO PARA SER LÍDER

Uma afirmação do catedrático Julio Garcia del Junco que me deixou a pensar. Escutei-a do seu testemunho sobre “A influência dos líderes felizes na felicidade organizacional”, na I Conferência Internacional sobre Felicidade nas Organizações, que decorreu nos dias 20 e 21 de fevereiro.
Escutei-a e vi alegria interior na expressão de quem o disse! Esse fator reforçou a minha crença de que é possível ser-se uma pessoa feliz e o quanto essa felicidade é contagiante e passível de ser transmitida à organização onde trabalhamos. Além disso, e reforçando a pertinência do tema da felicidade organizacional, este catedrático diz-nos que líderes mais felizes procuram desenvolver empowerment nas suas equipas e está comprovado que estas equipas são as mais rentáveis e produtivas. E são-no porque possibilitam que as suas pessoas se sintam felizes, não episodicamente, mas com consistência. Gandhi disse-nos, a propósito, que “felicidade plena consegue-se quando ação e pensamento são equivalentes” e é este conceito de consistência a que me refiro.
Considero que este é um tema em que para nos tornarmos sábios precisamos aprofundá-lo na vida quotidiana, precisa ser vivido, partilhado e conscientizado, gerando experiência e vivência com aprendizagem. Acredito que a medição que atualmente se faz a estes fatores é um bom contributo nesta conscientização e aprendizagem.
E… como posso ser um líder feliz? Na conferência já referida foram comentadas por diversos oradores algumas dicas que nos podem ser muito úteis:

  • Perceber que será sempre ser criticado. Então o que de melhor pode retirar desse facto? Agradecer a crítica. Entendê-la como uma nova perspetiva. Afinal, só o critica quem se importa consigo; essa pessoa teria sempre podido escolher a indiferença e não o fez!
  • Saber “gastar tempo” consigo e com os outros. Estar presente, concentrado no que está a acontecer no momento é muito gratificante. Estar emocionalmente presente para as pessoas é uma mensagem poderosa de respeito que melhora a comunicação e fortalece os relacionamentos. Prestar atenção às pessoas faz com que se sintam importantes e envolvidas. Afinal, o que pode ser mais importante do que as pessoas? Dizemo-lo com frequência, e até alguma facilidade, mas será que o assumimos no nosso dia-a-dia? Porque não avaliar e decidir, desligar o computador para conversar abertamente com alguém ou esquecer a preenchida agenda porque uma conversa se revelou importante? Ao fazê-lo sabe que terá de dedicar outras das suas horas a compensar e reequilibrar a agenda, mas também pode aprender o quanto esta capacidade de se libertar da tirania da sua agenda lhe é gratificante, por lhe permitir sentir que é uma pessoa!
  • Manter os compromissos. Frequentemente somos traídos pela nossa boa intenção e as nossas palavras são mais velozes do que as nossas ações. É bom ir reduzindo conscientemente as vezes que faz promessas que sabe que não consegue cumprir… até levar, mesmo, essas promessas a ZERO! Não permita que a sua boa intenção desconstrua a sua credibilidade!
  • Colhemos o que plantamos. Confiança gera confiança. Ética gera ética. Felicidade gera felicidade.
  • Não se preocupe com os erros. Aprenda com eles! E saiba assumir as suas consequências.

Sabia que nos inquéritos de felicidade organizacional, 70% das pessoas referem que a principal característica de um líder é a honestidade? Ser honesto consigo e com os outros! Dê-se ao luxo de poder errar e aprender, percebendo que nada crítico acontece. Este processo ou caminho permitir-lhe-á ser alegre, grato, atento e presente, uma vez que irá desenvolver em si características de autenticidade, de dignidade, de líder feliz – o líder que verdadeiramente o é, não por estar feliz, mas antes por ser feliz.
Afinal, também este caminho se faz, caminhando, aprendendo, rindo, contagiando e sendo feliz por opção!

Ana_WifPor: Ana Sousa, executive coach e managing partner da WIF Partners

Do Não Consigo Ao Sou Capaz , com nova edição em dezembro!

Alegria e boa disposição brindaram a segunda edição deste workshop promotor do auto-conhecimento e do crescimento interior. A presença masculina, em estreia, enriqueceu os momentos de partilha e de reflexão com uma perspectiva diferenciada sobre temas de urgência transversal.

Como balanço final desta ação, ficam os testemunhos de alguns participantes. Realce à valorização que deram  à metodologia que foi utilizada no aprofundamento dos conteúdos e à disponibilização de ferramentas úteis para o seu dia a dia.

“De uma forma muito prática, de partilha real de experiências e de uma total coordenação natural das formadoras, o Workshop é uma ação fortíssima para o auto-conhecimento, a necessidade de evolução e aprendizagem constante que deve estar sempre presente na nossa vida pessoal/ profissional. Recomendo !”

Teresa Sofia Neves

A generosidade na entrega e partilha de conteúdos permite momentos de auto reflexão com grande valor para o auto-conhecimento. O espírito da equipa de formadores facilita a aprendizagem (auto-consciência) de um modo assertivo. Trago comigo reflexões que se exprimem em simples frases mas de forte conteúdo que me guiarão em decisões futuras.”

Carlos Marques

“Este Workshop é fantástico e com conteúdos simples e muito úteis. A forma sincera e dedicada das formadoras promove a interação e a partilha. Depois deste workshop, somos mais ricos e mais capazes de qualquer coisa a que nos proponhamos. Vale mesmo a pena! Muito obrigada!”

Carmen Tavares

“Uma partilha com pessoas fantásticas. Mais um passo na sustentável leveza do meu ser. Obrigada.”

 Isabel Vilhena
     
    

II Congresso Nacional de Formadores

Dia 25 de novembro, decorreu o II Congresso Nacional de Formadores, com um tema urgente e desafiante:  A Formação do século XXI – e um repto: encontrar soluções para os “desafios que se colocam ao futuro da formação e da profissão de formador. ”

O congresso, organizado pela Associação Profissional de Formadores, contou com uma vasta e animada audiência de formadores e de profissionais ligados à área da formação e de Recursos Humanos e com a participação de oradores fantásticos que partilharam saberes, experiências e desafios ajudando a perspetivar novos caminhos na abordagem das questões em debate: A atualidade e o futuro da Formação; o Impacto do Formador na Transformação das Organizações; Como as Organizações usam a Formação para se Desenvolverem; Os Novos Referenciais de Especialização do Formador.

Pontos conclusivos que gostaríamos de evidenciar:

O mundo muda muito rapidamente e as necessidades das organizações para desenvolver as suas pessoas e os seus negócios não são as mesmas de ontem.  Vêm para ficar, novos formatos de formação, apoiados nas novas tecnologias, na necessidade de aprender “na ponta dos dedos” e através de vivências e experiências fruto dos desafios e do “learn by discovering and doing” de que a WIF Partners tem sido, desde sempre, praticante.

Reajustam-se as boas práticas de formação -os referenciais de qualidade partilhados por entidades e formadores.

Neste processo de mudança, realce a dois conceitos abordados – que também são Valores que definem a WIF Partners – “partnership” e “going beyond” .

Balanço feito, fica a certeza, que procuramos e  procuraremos sempre a linha da frente no desenvolvimento das pessoas e das organizações, em busca do seu sucesso e excelência.

 

 

O stand WIF Partners  contou com vários desafios lançados aos seus visitantes.
Um deles foi o sorteio de duas participações no workshop Sou Capaz!
Os vencedores foram: Ângela Reis e João Delgado. Obrigada a todos pela participação.

 

Do Não Consigo Ao Sou Capaz – um workshop de auto-descoberta!

Finda a  primeira edição, ficou a vontade de criar já, uma segunda!

Dia 15 de outubro, Do Não Consigo ao SOU CAPAZ  realizou-se em sala e …dentro de nós! E a magia aconteceu com muita partilha, descoberta e plena de momentos divertidos. Um dia cheio, onde o resultado só poderia ser de grande positivismo, auto-estima no topo e vontade de agarrar próximos desafios com confiança e resiliência e muita alegria!

Mas não foram só as participantes que sairam com trunfos para o futuro.

Para Paula, Ana e Bárbara que conduziram a sessão, com uma energia contagiante, os momentos foram de uma enorme recompensa. A entrega foi mútua e assim foi a  gratidão!

Os testemunhos das participantes comprovam os resultados  – A vontade para Fazer Acontecer está em cada um de nós – e  estimulam  a equipa a querer fazer mais , já de seguida!

A nova data , está aí, dia 12 novembro!

 

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“Esta foi uma formação que me trouxe uma grande descoberta! Nunca pensei conseguir fazer o que fiz aqui! Irei concerteza levar esta aprendizagem para a Vida! Muito grata a toda a equipa, super energizada!”

Carla Resende.

“Este dia foi um privilégio, estou muito grata por toda a riqueza transmitida. Cheguei ao fim bem-disposta, com muita energia e com a certeza que EU CONSIGO!”

De Clara Celestino

“Vim com uma expectativa muito alta. Saio daqui realizada. No início, a sensação é de que todos os exercícios já estavam planeados, independentemente do grupo de formandos, mas a grande surpresa foi perceber o ajustamento contínuo da sessão ao “espírito” do grupo de pessoas presentes e às necessidades que ao longo do dia vão apresentando. Regresso a casa hoje, com mais ferramentas para assumir as rédeas do meu destino, sem medo de arriscar e falhar, e com maior capacidade para me aceitar como sou, sem que as minhas limitações sejam um travão na minha Vida. Obrigada, Ana, Paula e Bárbara.”

De Paula Ferreira Borges

“Vou com uma maneira de pensar mais positiva e com algumas ferramentas que me vão ajudar a ultrapassar certas metas, no meu dia a dia.”

De Elsa Henriques

“Além de ter sido um dia muito bem passado, contribuiu para o meu desenvolvimento pessoal. Vai-me ser útil no dia a dia tanto a nível pessoal como profissional. A equipa é fantástica!”

De Joana Medina

“Esta ação permitiu-me olhar com novas perspetivas para o futuro. Aprendi ferramentas que me permitem, já hoje, deixar de me limitar tanto. De uma forma muito prática, com recurso a desafios variados, aprendem-se essas ferramentas e reencontramo-nos com o nosso eu interior.”

De Ana Pinto

Momento de auto-reflexão em partilha que me permitiu reunir ferramentas para crescer interiormente e enfrentar de forma positiva desafios futuros.”

De Leonor Santos

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Coaching – Ir mais longe cá dentro, agora na Fnac

 

Dia 11 de Julho, em plena comemoração dos resultados desportivos nacionais – no futebol e atletismo, a ICF Portugal (International Coach Federation) também marca a diferença e mostra do que é capaz.

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Coaching – Ir mais longe cá dentro é um livro inédito sobre Coaching e teve, nessa data, nova apresentação pública, desta feita na FNAC Colombo, em Lisboa!

Com lançamento ao público, registado no dia 17 de maio, na Semana Internacional do Coaching, esta obra tem como co-autores 24 coaches credenciados contando com a  participação de Paula Resende – WIF Partners !

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WIF Partners em “Workshops de Empreendedoras do C2S para Empreendedoras”

“A Marca Pessoal é o que as pessoas dizem de nós quando não estamos presentes.”

Foi com esta frase de Chris Drucker que Paula Resende, da WIF Partners deu o Captura de Ecrã (256)pontapé de saída ao workshop, CRIAR UMA MARCA PESSOAL, que apresentou dia 12 de maio, na FLAD.

O impacto que criamos nos outros, a nossa proposta de valor, o auto-conhecimento, a importância da atitude e da comunicação foram alguns dos pontos que balizaram a sua intervenção. O objetivo? Aprendermos a ser CEO de nós próprios, a criar uma marca pessoal única e possuir, assim, mais um fator diferenciador da concorrência.

O resultado da sessão? Uma grande interação e dinamismo entre os presentes e oradora, a provar o interesse e entusiasmo da plateia. “Várias pessoas vieram dar-me os parabéns e agradecer pelos insights que tiveram, que os leva a gerarem mudanças em si, na sua marca pessoal e na marca profissional! Foi um prazer dinamizar o workshop  Como criar uma marca pessoal, para um público de mulheres empreendedoras cheias de garra e vontade de deixar uma marca no mundo!”  sublinha Paula Resende.

Este foi um dos 3 temas apresentados, nesse dia, no evento “Workshops De Empreendedoras do C2S para Empreendedoras”, organizado regularmente pela embaixada dos EUA em Portugal em parceria com a FLAD, no âmbito do programa Connect to Success.

21maio

Vera Lagos foi a oradora do workshop “Definição de objetivos” e a SpeakUp Portugal conduziu “Comunicação para Mercados Internacionais”.

A sessão de abertura do evento contou com a presença do Prof. Vasco Rato, Presidente da FLAD, do Eng. Jorge Gabriel, Administrador Executivo da FLAD, do senhor Robert Sherman, Embaixador dos EUA em Portugal e da senhora Embaixatriz Kim Sawyer, fundadora do Connect to Success em Portugal.

WIF nos Workshops para Empreendedoras do Connect to Success

Connect to Success é um programa patrocinado pela Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa que visa potenciar o crescimento dos negócios criados por mulheres (women-owned businesses – WOBs) e contribuir para um saudável ecossistema empreendedor, em Portugal. A iniciativa é composta por “corporate mentoring, real-time MBA consulting projects and business oriented workshops” .
WIF Partners teve o privilégio de participar na primeira edição do programa de Mentoring e tem o prazer de contribuir para a próxima sessão de Workshops dirigida a empreendedoras do Connect to Success! O tema? CRIAR UMA MARCA PESSOAL
21 de maio, vai ser dia de partilha de saberes e experiências, na FLAD (Fundação Luso-Americana para Desenvolvimento). Prometemos notícias!

Conheça todo o Programa de Workshops 

 

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