No domingo, na FINAL DO EUROPEU…

…senti, como todos vós, orgulho em ser Portuguesa.
Aprendi e refleti muito com o exemplo do nosso capitão de equipa, quantas vezes criticado pela sua altivez! Na verdade, o que vimos foi um líder dar-se integralmente à sua e nossa causa, uma causa mais nobre e forte que a sua dor física. A sua causa não é importante por ele, mas pela capacidade de mobilização e fortalecimento que gera no nosso país.
No domingo, uma vez mais vi e percebi que não é só comigo…
não tenho dúvida que quando acreditamos que a nossa Visão será real, nós ganhamos uma força interna BRUTAL, imparável que nos move, nos ajuda a discernir e nos dá enorme alegria, onde os nossos cansaços fazem sentido, ganham razão de ser, e são minimizados no nosso interior face aos resultados que obtemos. Essa alegria de viver, essa vontade de fazer acontecer, essa satisfação de que SOU CAPAZ é fantástica.

Dia 10 de julho, a nossa Seleção fez-nos sentir o quanto SÃO e SOMOS CAPAZES. Aprendamos com estes jovens o que é possível com muito trabalho, humildade, união, visão e estratégia…
Obrigada! Muito obrigada!

Por: Ana Sousa (WIF Partners)

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(imagem The National Sport)

 

 

 

 

TRABALHA DIVERTINDO-TE!

Aprendi muito numa multinacional onde tive o privilégio de trabalhar e uma dessas valências foi o lema:
TRABALHA DIVERTINDO-TE!
Sem dúvida, que inconscientemente ele faz parte da minha forma de estar. Esta foto e este programa são disso exemplo.
Estar bem, divertirmo-nos quando estamos a trabalhar é fabuloso!
Recomendo que cada pessoa procure encontrar isso na sua Vida profissional. A criatividade expande-se, o reconhecimento surge, o cansaço assusta-se com a nossa energia e  vai-se embora…fica a sensação de sermos Valor Acrescentado, de fazer sentido o nosso agir e isso fortalece o nosso SER.
Recomendo vivamente – TRABALHA DIVERTINDO-TE!
Por: Ana Sousa (WIF Partners)

Partilhar a GRATIDÃO, celebrar a TRANSFORMAÇÃO!

“Sinto que na WIF Partners somos pessoas privilegiadas por receber feedback referindo que o nosso trabalho é muito útil à vida das pessoas enquanto seres globais que são. E por não ser casual, senti que o podia partilhar.

A semana passada, recebemos de formandos, em forma de agradecimento, no final de um programa formativo e transformador, esta cartola vermelha (que como sabemos Eduardo DeBono refere ser símbolo da intuição e emotividade) e fitas autografadas como as que usam os universitários, com mensagens de encorajamento e agradecimento pela nossa entrega e pelo trabalho realizado com eles. Foi Brutal e fantástico!  Deixou-nos sem palavras e plenas de boas emoções.

Nós, formadores, sabemos que trabalhamos e partilhamos as ferramentas que permitem às pessoas usufruir desses conhecimentos e gerar novas experiências, no dia a dia.

Nós, formadores, acreditamos que partilhamos o que poderá ser gerador de melhores resultados, a nós cabe a sensibilização para a real aprendizagem que permitirá, no futuro, a aplicabilidade das competências desenvolvidas.

Mas, os nossos resultados extraordinários advêm da vontade dos formandos aplicarem o que apreenderam ao trabalhar connosco.

É muito bom ter feedback de que são as próprias pessoas que, inspiradas pelos nossos cursos formativos da WIF Partners, decidem experimentar, querem arriscar a fazer coisas diferentes no seu dia a dia e fazem-no em consciência do que querem e para que o fazem. Têm-nos dito, posteriormente, que daí surgem reais e frutíferas transformações, e isso é muito bom – é também por isto e para isto que eu existo! É para isto que a nossa empresa, a WIF Partners, existe! Facilitar a transformação positiva que permite alcançar excelência e resultados verdadeiramente extraordinários.

Hoje, ao ouvir um testemunho específico de alguém que “parecia não estar nem aí”, uma vez mais, agradeci e aprendi.

Hoje, pedi testemunhos escritos e recebi de imediato este que aqui partilho convosco!

TESTEMUNHO BRAIN POWER 2016 (2)Hoje, vivo com simplicidade e alegria a força de ter recebido elogios pelo que fazemos, como o fazemos, pelo que conscientemente já desenvolvemos e transformámos em nós! A quem me está a escutar, desculpe-me a ousadia deste “desabafo”, desta “celebração”, mas porquê, não partilhar? Faço-o, por assim permitir que outras pessoas queiram conhecer-nos. Queiram desafiar-nos a desafiá-los rumo à excelência. “

 

Por: Ana Sousa, WIF Partners

11 maneiras de fortalecer as relações que o conduzem ao sucesso

A nossa liderança pode vir de dentro, mas os seus pilares encontram-se nos relacionamentos.

Cada líder de sucesso sabe que os relacionamentos são a força vital do sucesso.

Para uma empresa arrancar, para uma venture se efetivar, para uma iniciativa ganhar força, é preciso apoio, parcerias, amizade, camaradagem.

As coisas mais importantes que alcançamos são geralmente feitas num contexto de relação com os outros.

Aqui estão 11 maneiras de trazer o significado correto para as relações que está a construir ou manter:

  1. Invista tempo. Cultivar relações mais profundas e fortes leva tempo e pressupõe esforço. Isso significa colocar tempo de lado para gastar com aqueles que são importantes para si. Isso significa descobrir os seus pontos fortes e virtudes e aceitar as suas imperfeições. Pense em relacionamentos como investimentos que se tornam mais valiosos ao longo do tempo.
  2. Chame as pessoas pelo nome. Como Dale Carnegie costumava dizer, o nome de uma pessoa é para essa pessoa o som mais doce e mais importante em qualquer idioma. Se quer cultivar relações mais profundas e mais fortes, deve lembrar-se dos nomes das pessoas corretamente. Não importa o quão ruim seja a sua memória, é possível treiná-la. E as pessoas vão assumir que são importantes para si, se se lembrar delas pelo nome.
  3. Comece a conversa. Não espere por alguém para falar em primeiro lugar e não se sente com o seu rosto enterrado no seu telefone. A melhor maneira de aprender mais sobre os outros é puxando conversa. Faça perguntas genuínas e, em seguida, concentre-se e ouça as respostas.
  4. Seja respeitoso e empático quando tiver que dizer uma má notícia. Mantenha a sua comunicação respeitosa e apropriada, se tem que dar más notícias. Seja direto, mas discreto e comunique cara-a-cara num ambiente privado.
  5. Aprecie o valor da diversidade. A sua liderança e toda a sua organização serão reforçadas se se puder abrir e verdadeiramente aceitar as pessoas com diferentes formações, pontos de vista e crenças. A quantas mais perspetivas tiver acesso, melhor será a sua capacidade de fazer um excelente trabalho – não importa qual este seja.
  6. Procure e construa sobre os pontos fortes das outras pessoas. Todos temos algo com que contribuir – e quanto melhor conhecer as pessoas ao seu redor, melhor poderá alavancar os seus pontos fortes, delegando a tarefa certa na pessoa certa. Dê às pessoas as atribuições que lhes permitem superar e crescer.
  7. Compartilhe o crédito. Como diz o velho ditado, não há limite para o bem que podes criar, se não te importares com quem recebe o crédito. Reconheça aqueles que contribuíram e aqueles que colaboraram, porque quanto mais crédito der, mais será retribuído. Quanto mais brilho der à luz dos outros, mais brilhante tudo parecerá.
  8. Erga os outros. Todos se fortalecem quando se constrói uma cultura onde as pessoas se apoiam mutuamente. Quando vir alguém num momento duro, seja rápido em oferecer palavras de encorajamento e procure maneiras de ajudar. Quando alguém erra, não o deite a baixo (ou permita a alguém que o faça), mas ajude-o a fazer as coisas corretamente e aprender com a experiência.
  9. Bana os mexericos. É da natureza humana falar sobre os outros, mas como líder, precisa dar o exemplo. Não há nenhum valor nas fofocas. Recuse-se a participar e deixe clara a sua desaprovação.
  10. Reconheça os seus erros. Já que todos cometemos erros de vez em quando, pode capacitar aqueles que o rodeiam deixando-os ver como reage quando erra. Dê o exemplo mantendo-se responsável, conserte o que pode ser corrigido e siga em frente.
  11. Construa confiança. O único ingrediente que é fundamental para qualquer relacionamento é a confiança. A confiança é construída com base na integridade, coerência, confiança e preocupação. Quando as pessoas são tratadas com honestidade, bondade, esperança – quando estão num ambiente de confiança – elas respondem em conjunto. Não há força maior que possa criar dentro de uma organização do que uma equipa com altos níveis de compromisso e confiança.

Na verdade, não existe uma relação sem comunicação; nenhuma liderança sem respeito; nenhuma equipa sem confiança; nenhuma venture sem valor; nenhum negócio sem respeito. Certifique-se de que mantém o que é importante bem perto e pessoal.

por: Lolly Daskal (http://www.inc.com)

O que deve fazer quando um cliente diz “NÃO” a uma proposta

Embora nunca se torne fácil, a rejeição é uma realidade inevitável. Pode ter feito todo o trabalho de base necessário, ter colocado o seu coração e alma na proposta, ter feito o que parecia ser uma apresentação extraordinária e o resultado ser simplesmente “obrigado, mas não, obrigado.”

Muito embora não possa eliminar todas as rejeições – muitas vezes está completamente fora do seu controle – pode tomar medidas para minimizar o número de “nãos” recebidos. Confira os conselhos de Matthew Kane (para o Agency Post).

 Compreendendo os tipos de “Não”

Muitas vezes, um não não significa realmente não. Segundo uma pesquisa do marketing Wizdom, 80% dos potenciais clientes recusa quatro vezes uma proposta, antes de finalmente dizer “sim”. Isto significa que a grande maioria dos clientes não está a dizer “não, obrigado.” Em vez disso, está a dizer “não, convença-me” ou “não, eu preciso de mais tempo.”

Discernir a diferença passa, simplesmente, por mudar o fio da conversa. Se tem uma inclinação forte para pensar que um potencial cliente está interessado e mesmo assim ouviu “não”, reequacione o tom original de fazer as perguntas. Por exemplo: “O que o está impedindo de dizer” sim “?” Ou, “O que acontece se não fizer nada para corrigir o problema Y?”

Geralmente, se um potencial cliente é recetivo à nova abordagem, é sinal de que continua a ter interesse nos seus serviços. A partir daí, tudo que é necessário é um pouco de calibração.

Claro que, às vezes um não é apenas um não, mas chegaremos a isso mais tarde.

Quando “Não” na verdade significa “Convença-me”

Assumindo que está confiante de que o seu potencial cliente se enquadra no campo do “não, convença-me”, há uma série de táticas a considerar para ganhar um “sim”.

1) Peça feedback

Planeie perguntas e marque uma curta reunião com o potencial cliente para pedir a sua opinião sobre o porquê da sua proposta não ser ajustada. Às vezes, a rejeição de um cliente pode ser resultado de uma falha de comunicação simples, no qual ele (erroneamente) acredita que a diferença entre os seus objetivos e a forma como você o pode ajudar a alcançá-los é muito grande. A conversa mais informal, menos pressionada pode facilitar o caminho para a correção desses equívocos que o ajudará a aumentar a confiança e mover o cliente para mais perto de um “sim“.

Tenha em mente, porém, que estas sessões de feedback devem ser casuais e incisivas. Deve realmente estar à procura de informações que podem ajudá-lo a determinar o que inicialmente colocou o cliente de fora e não usar o pretexto de uma sessão de seguimento para pressionar. No mínimo, mesmo que não possa transformar o “não” num “sim”, qualquer crítica construtiva daí resultante pode ser usada para redefinir o seu processo de vendas e futuras propostas.

2) Desafiá-los

Os clientes poderão mostrar-se renitentes, por uma variedade de razões diferentes. Talvez se sintam sobrecarregados com o tamanho e âmbito do projeto. Ou acreditem que custa muito dinheiro. Talvez não reconheçam o valor do mesmo. Seja qual for a razão, deverá desafiar essa suposição com muito tato. Lembre-se: a proposta deve ser simplesmente a versão escrita de conversas anteriores – nada nela deve ser uma surpresa. Transmita que compreende as preocupações do cliente, mas explique como as suas hesitações podem ser infundadas. Por exemplo, se um cliente determina que o tamanho de um projeto de web design vai colocar demasiado stress na sua equipa, demonstre como pode ajudá-la a ultrapassar os seus objetivos no longo prazo. Ou se o cliente sofre de “trauma da etiqueta” – uma hesitação sobre preços que podem exceder o seu orçamento – realce um retorno sobre o investimento que supere em muito o custo. Os clientes acreditam que o preço é justo quando o ganho é maior do que o investimento.

E falando de preços …

3) Seja flexível com os seus preços

Se verificar que um cliente não está a usar preocupações orçamentais como desculpa e as suas tentativas de articular a relação valor/preço falham, considere reavaliar o que está a cobrar. Isso não significa que deva abater os preços drasticamente. Tal não é benéfico e pode sair-lhe o tiro pela culatra, pois pode parecer um ato desesperado. Mas se puder trabalhar com o potencial cliente de forma a desfazer-se de certos serviços para chegar a uma proposta de preço mais agradável, poderá transformar um “não” num “sim”.

4) Construa a confiança

Se continuar incapaz de obter a aprovação num projeto maior, considere vender ao cliente um projeto menor, na área do marketing digital tal poderá ser uma auditoria de conteúdo, desenvolvimento de personas, ou a pesquisa de palavras-chave. O objetivo final é ajudar a construir a confiança entre a sua empresa e o cliente. A capacidade de fornecer um grande serviço ao cliente e o seu alto padrão de entrega – mesmo num projeto menor – vai mostrar ao cliente que é o parceiro certo para resolver os seus problemas de marketing.

Quando “Não” significa “Não” …

….. é hora de reavaliar algumas coisas.

1) Faça um balanço de como Qualificar Leads

É possível que o seu potencial cliente não fosse um bom “alvo” desde o início e nada que pudesse ter incluído no discurso ou proposta teria alterado o desfecho. Talvez o interlocutor não fosse a pessoa certa para tomar decisões. Talvez ele nunca tenha sido muito sincero. Talvez não houvesse maneira de conciliar os custos. Seja qual for a razão, reserve um momento para analisar porque perdeu o projeto e como poderia ter evitado o tempo e recursos perdidos. Pergunte a si mesmo estas perguntas:

  • O cliente alinha-se com um dos meus perfis de cliente ideal?
  • Será que qualifiquei adequadamente o seu potencial, abordando orçamento, autoridade, necessidade e cronograma?
  • Será que transmitimos a nossa experiência e construimos a confiança no processo através da partilha de case studies relevantes?

2) Avalie o seu discurso de vendas

Com demasiada frequência, uma empresa recente enfatiza as suas capacidades sem demonstrar a solução que especificamente oferece. No entanto, para trazer valor para o potencial cliente (e, portanto, para fazer uma venda), deverá compreender a sua dor única e ajustar o seu discurso nesse sentido.

Não é nenhuma ciência. Essencialmente, adaptar o seu discurso de vendas pressupõe algumas estratégias-chave:

  • Faça perguntas abertas para pôr o cliente a falar sobre as suas preocupações específicas, em vez de fazer perguntas fechadas que podem ser respondidas apenas com “sim” ou “não”.
  • Use uma linguagem corporal aberta e mantenha contato visual para demonstrar que você está realmente interessado no que o seu interlocutor tem a dizer. Os clientes que percecionam o seu interesse são mais propensos a divulgar informações.
  • Certifique-se da precisão das mesmas, repetindo as preocupações dos seus potenciais clientes, mostrando-lhes que compreende os seus pontos críticos. Em seguida, explique como os seus serviços podem ajudar.

3) Reconsidere a sua vantagem competitiva

Se perder um negócio for uma experiência muito comum, considere reavaliar a sua vantagem competitiva. É possível que esteja posicionando a sua empresa de uma forma que a coloca em desvantagem ao competir com as empresas mais estabelecidos. Faça um balanço dos seus talentos para determinar o que a faz posicionar-se de forma única para resolver o problema de um potencial cliente.

Estas diferenças devem ser constituídas por dois componentes principais. Um deles, deve abranger algo que sua empresa prevê que seja diferente dos concorrentes, tais como talento, expertise no assunto, etc., e dois, devem ser associados a benefícios. Assim, por exemplo, se a sua empresa tem uma equipa de especialistas de web designers que têm mais experiência do que a maioria, a sua vantagem competitiva seria como esses especialistas podem executar melhor e de forma mais eficiente do que a concorrência.

Superar o medo da rejeição

Ser rejeitado é inevitável. Mas através da compreensão das diferentes significados da palavra “não” e do ajuste da sua estratégia nesse sentido, poderá aprender a transformar um “não” num “sim”.

 

Manifesto para equipas pequenas que fazem um trabalho importante

Estamos sempre com prazos apertados, porque o tempo é o nosso bem mais valioso.

Se fizer uma promessa, defina uma data. Sem data, não há promessa.

Se definir uma data, cumpra-a. Se não pode cumprir uma data, avise cedo e repetidamente. Um Plano B bem preparado é uma estratégia melhor do que a esperança.

Limpe a sua própria confusão. Limpe a confusão de outras pessoas.

Comunique, comunique, comunique!

Questione premissas e estratégia.

Não questione a boa vontade, esforço ou intenção.

“Eu sei quando o vir,” não é uma coisa profissional para se dizer. Descrever e discutir em abstrato é o que fazemos.

Grandes projetos não são nem de perto tão importantes como compromissos assustadores.

Se aquilo em que está a trabalhar agora não importa para a missão, ajude alguém com o seu trabalho.

Cometa erros, corrija-os e partilhe a aprendizagem.

Software público, confiável e barato pode ser aborrecido, mas é geralmente melhor. Porque é barato e confiável.

A hierarquia de ontem não é nem de perto tão importante como a estrutura do projeto de hoje.

Trave as coisas que devem ser bloqueadas, deixe solta a implementação até descobrir como pode ser feita.

Nós fazemos, principalmente, coisas que não foram feitas antes, por isso não se surpreenda quando estiver surpreendido.

Cuide mais. Se uma pessoa de fora pode fazê-lo mais rápido e mais barato do que nós podemos, não hesite.

Fale com todos como se fossem o seu chefe, o seu cliente, o fundador, o seu empregado. É o mesmo.

Funciona porque é pessoal.

 

Seth Godin (adaptação)

O corpo – potencial para a transformação!

Quem me conhece, sabe que normalmente não faço algo apenas porque é moda. Mas confesso: aderi à “moda” da corrida! E tem sido uma descoberta a sensação de liberdade, equilíbrio e bem-estar que sinto depois de uma pequena corrida junto ao mar. Diria mesmo, energizante, revigorante e libertadora! É fantástico o benefício que o meu corpo traz à minha mente! Não vou escrever sobre desporto e muito menos sobre as minhas curtas corridas. Ocorreu-me fazê-lo apenas pela sua evidência prática já largamente revelada em inúmeros estudos que relacionam positivamente a atividade física com o estímulo intelectual e com o bem estar geral. E pela ancoragem que faço a esse bem estar, que me estimula a sair do conforto, a usufruir da natureza ou do ginásio e a fazer uma corrida de poucos kms.

Esta consciência do poder da corporalidade e daquilo que o corpo revela, é algo que me tem levado a observar, estudar e a incorporar em coaching algumas práticas com resultados muito interessantes.

Os pensamentos estão, na sua maioria, carregados de emoções. As emoções refletem-se no corpo. As sensações corporais, por sua vez, desencadeiam pensamentos. Esta interação do racional, emocional e corporal é constante. Mesmo que em alguma situação se opte pela expressão de “poker face”, esta é reveladora de pensamentos e emoções.

Se considerarmos que a comunicação não verbal inclui postura corporal, gestos, micro expressões e mesmo o tom de voz utilizado, significa que cerca de 93% da nossa comunicação é não verbal, reservando apenas 7% para a comunicação verbal, as palavras! Ou seja, revelamos muito mais pelo que não verbalizamos do que pelo que dizemos. Imagine se o fizer de forma consciente! As emoções, a linguagem verbal e a corporalidade interagem naturalmente de forma congruente. Quando não há coerência, nota-se. Quantas vezes lhe aconteceu perceber que alguém está a mentir, mas não sabe dizer porquê? Muito provavelmente é porque leu no outro a falta de coerência entre o que ele verbalizou e o que o seu corpo transmitiu. Da mesma forma, os outros percebem a nossa congruência – ou falta dela – na comunicação. Não pretendo explorar o que significa cada expressão corporal, seja macro ou micro, mas faço um convite: imagine que consegue sair do seu corpo neste preciso momento; observe-o; o que vê? Está tenso? Curvado? Tem uma postura aberta, com os ombros para trás? Esboça um sorriso? Mudou de posição quando começou a observar-se? Que emoções lhe transmite? Que consciência tem de si neste preciso momento? Esta capacidade de estar no aqui e agora, de nos observarmos e sentirmos, permite-nos comunicar de forma consciente com os outros. Identificar de que forma cada emoção se manifesta no corpo, permite-nos ter consciência da forma como estamos a comunicar com os outros e abre-nos possibilidades não só para gerir a emoção, como também de reforçar ou alterar o impacto que queremos ter. Mas o inverso também é verdade. A linguagem corporal pode comandar a mente e mudar a forma como pensamos, sentimos e como os outros nos vèem.

Amy Cuddy, cientista social em Harvard, estudou a forma como as pessoas “poderosas” e dominantes se diferenciam das não poderosas. Socialmente, as pessoas poderosas – aquelas que vulgarmente dizemos que têm perfil de líder – são mais confiantes, assertivas, otimistas e correm mais riscos que as não poderosas. A sua expressão corporal traduz-se em posições de poder. A nível hormonal também existem diferenças, nomeadamente no nível de testosterona – hormona da dominância –, mais elevada nas pessoas “poderosas” e do cortisol – hormona do stress. Num dos estudos realizados, pediu-se a várias pessoas que imaginassem e fingissem que se sentiam poderosas, confiantes, em dominância e que durante dois minutos adotassem posturas poderosas à sua escolha, em conformidade com esses sentimentos (exemplo: pose “superhomem” com as pernas abertas e as mãos na cintura, ou braços abertos, peito estendido e cabeça levantada, ou outra posição de dominância); antes e depois desses 2 minutos, foram medidos os níveis de testosterona e cortisol e os resultados indicaram que os níveis de testosterona aumentaram em média 20% e que os níveis de cortisol diminuíram em média 25%. Significa que sim, a linguagem corporal de facto influencia a forma como pensamos e sentimos.

Se investirmos dois minutos a mudar a forma como nos sentimos, praticando posturas poderosas antes de nos subtermos a situações que podem ser stressantes – como algumas reuniões de trabalho, por exemplo – , conseguimos alterar o nosso comportamento. E se praticarmos de tal maneira estas posturas, por forma a não só sermos capazes de as executar durante dois minutos, mas também de as interiorizarmos e de mudarmos a nossa forma de estar? E se fingirmos até conseguirmos e o fizermos até interiorizarmos e levarmos à mudança? E se treinarmos posturas de poder dois minutos antes de cada situação stressante de tal modo a que as interiorizamos completamente e passam a fazer parte do que somos?

Acredito e sinto estes resultados em mim. Na realidade, também eu estou convencida que o nosso corpo muda a nossa mente, a mente muda o nosso comportamento e o comportamento pode mudar os nossos resultados! E a autenticidade não é colocada em questão.

Considero a corporalidade, em toda a dimensão da sua expressão, uma excelente ferramenta de coaching que utilizo cada vez mais e de diferentes formas. Escutar a corporalidade do coachee (cliente de coaching), permite-me fazer perguntas para além daquilo que ouço com os ouvidos e desafiá-lo a um nível mais profundo. Enquanto coach, consciente da minha corporalidade ,mais do que espelhar o comportamento do cliente, usufruimos ambos do silêncio enquanto coloco questões poderosas com a expressão corporal, às quais o cliente, muitas vezes sem se aperceber, vai respondendo e descobrindo o seu caminho.

A tradução de emoções e estados emocionais positivos em movimentos significativos para o coachee, funcionam muito bem como ancoragem mas também como expressões corporais que pode treinar e incorporar até se transformar. Lembro-me da primeira vez que decidi convidar um coachee a levantar-se da sua cadeira e traduzir essa emoção que queria para si em movimentos utilizando toda a sua expressão corporal e que o acompanhei nesse movimento. Ocupámos uma sala inteira. A energia transbordou. O coachee experimentou o momento AHA da sessão. Tudo mudou!

Se o coaching pretende como resultado a transformação e se a nossa corporalidade através das suas várias expressões tem o poder de influenciar a mente, provocar novos comportamentos, estimular a aprendizagem e conduzir à mudança, então o potencial de desenvolvimento e as possibilidades de crescimento são imensas! É fascinante a forma como o nosso corpo revela a nossa autenticidade e a capacidade para transformar!

Por: Paula Resende – WIF Partners

Mostre aos seus colaboradores o seu apreço, sem gastar dinheiro

No domínio da gestão de Recursos Humanos, a recompensa dos colaboradores é matéria séria. Da sua correta e justa adequação, está dependente a própria motivação dos trabalhadores. Colaboradores bem recompensados são elementos motivados e felizes e isso reflete-se no seu empenho e dedicação e, bem assim, na sua performance e no sucesso da empresa. Os fatores de recompensa são inúmeros e assumem diferentes contornos. Boa notícia, é que não só o dinheiro conta.

Em análise, a solução que a empreendedora Nikki Novo encontrou quando esta questão lhe surgiu. “Eu queria ter a certeza que estava a fazer tudo ao meu alcance para motivar e demonstrar o meu reconhecimento e apreço. Mas como?”

Um testemunho na primeira pessoa:

“Ouvi dizer que o dinheiro fala, mas aparentemente não fala com todos. De acordo com uma pesquisa no local de trabalho, conduzida pela Harvard Business School, a ligação entre salário e satisfação no trabalho é “muito fraca”. Na verdade, os trabalhadores que valorizam recompensas intrínsecas, como a apreciação geral e realização, sobre as recompensas extrínsecas, como o dinheiro, são significativamente mais envolvidos e motivados.

Como chefe, é do seu maior interesse fomentar essas recompensas intrínsecas – muitas das quais não vêm com uma etiqueta de preço (win-win). Esta é uma boa notícia para aqueles de nós que estão no início dos seus negócios e dispõem de orçamentos limitados.

Com este propósito em mente, experimentei algumas técnicas na minha empresa. Aqui está o que funcionou para mim.

  1. Encontre e nutra os seus “Porquês”

Quando entendemos porque os nossos funcionários querem trabalhar para a nossa empresa, podemos proporcionar-lhes mais experiências para promover a sua paixão. Por exemplo, a minha diretora criativa adora trabalhar para a minha marca porque acredita na mensagem por trás do que fazemos. Ela sente que é importante. Sabendo disso, eu convidei-a para extravasar a direção criativa e ter voz ativa no conceito e na forma como servimos os nossos clientes.

Para encontrar esses “porquês”, considere fazer perguntas que abordam uma motivação mais ampla, durante a reunião de ciclo  com o empregado ou num inquérito no escritório. Se passar o tempo normal one-on-one com os seus funcionários, provavelmente pode descobrir o que os faz brilhar, apenas observando as suas reações. Se detetar uma emoção extra em torno da atribuição de uma tarefa, pergunte-lhes porquê, por exemplo.

Além da atribuição de projetos especiais que falem às motivações individuais dos seus funcionários, pode incentivar aqueles que são apaixonados pelo seu negócio, convidando-os para eventos de networking ou deixando-os assistir a reuniões onde podem aprender.

  1. Oferecer flexibilidade e Compreensão.

Reconheça que seus funcionários têm uma vida fora do trabalho, oferecendo horários flexíveis, dias de trabalho a partir de casa, ou mesmo apenas um aceno de compreensão quando alguma criança precisa inesperadamente de ser recolhido na escola!

Se está preocupado com o facto do horário flexível pode ficar fora do seu controlo, dê aos seus empregados um número específico de dias em que podem trabalhar a partir de casa ou ter horários flexíveis, e crie um sistema simples para seguir, como um calendário Google.

Você também pode tentar concentrar-se exclusivamente sobre os resultados: no negócio do meu marido, têm listas de tarefas partilhadas para os empregados. Enquanto essas tarefas estão sendo cumpridas, ele não se importa se os funcionários estão no escritório ou em Paris. Desta forma, eles gerem os seus próprios horários e podem cumprir os prazos da maneira que funcionar melhor para eles.”

 

em: adaptado de www.dailyworth.com

Desconstruindo: urgente & importante

Um miúdo de seis anos de idade que faz uma birra e se recusa a ir para a escola é considerada matéria urgente. Ir para a escola todos os dias é importante.

Amenizar um cliente irritado é urgente, construir sistemas e compromissos que impeçam os clientes de ficar zangados é importante.

Matar os insetos na cozinha é urgente, colocar repelente para mantê-los no exterior a longo prazo é importante (tal como é evitar substâncias cancerígenas).

Há quinze anos atrás, Elian Gonzales estava no centro de uma verdadeira tempestade mediática. Era uma questão urgente, que envolveu chefes de Estado. Mas não era tão importante como, eventualmente, a normalização das relações e do bem-estar de milhões de pessoas.

Na verdade, as notícias de última hora, seja qual for o tipo, raramente são importantes.

Importante significa: a longo prazo, de fundo, coerente, no interesse de muitos, estratégico, eficiente, positivo …

Se cuidar de coisas importantes, as coisas urgentes não aparecem com tanta frequência. O oposto não é verdade.

Vamos começar por aqui: O propósito da postura da CNN NOTÍCIAS DE ÚLTIMA HORA (as maiúsculas são intencionais) não é o de criar uma cidadania mais informada. É o de ganhar dinheiro.

A razão pela qual, sites de tecnologia, sites financeiros e outros atraem a atenção é porque é divertido. É emocionalmente envolvente estar conetados a uma história quando não sabemos como isso vai acabar. Quando a história se desenrola, quando estoira, nós tornamos-nos emocionalmente ligados a ela.

E assim, a BBC dedica muito tempo de emissão conversando com alguém no local de um acidente de avião, mesmo que ele não tenha a menor ideia sobre o que aconteceu. Porque ele poderia. Porque nós estamos lá.

A menos que seja um trader, este drama de assistir ao acontecer da notícia no imediato (itálicos intencionais) não vai ajudá-lo a tomar melhores decisões – na verdade, vai tornar piores as suas decisões. Também é improvável que o vá fazer mais feliz. Ou mais inteligente. Estamos mais propensos a ter medo do terrorismo do que da mudança climática a longo prazo, embora seja claro que o último mate e fira muito mais pessoas do que o primeiro.

As notícias que consumimos muda-nos. Não apenas as notícias fabricado pela CNN, mas as notícias fabricadas pelo nosso chefe, pelos nossos investidores e clientes.

A nossa escolha, então, é decidir se queremos participar no passatempo de viver através de notícias de outras pessoas, em vez de nos concentrarmos no que é realmente importante.

Posted by Seth Godin em January 19, 2016

Imagem: canva.com

 

10 qualidades das pessoas com Inteligência Emocional

Já alguma vez se questionou porque algumas pessoas parecem ter uma quantidade ilimitada de sucesso, tanto nas suas vidas pessoais como profissionais? A razão poderá ser porque elas possuem alta inteligência emocional.

De acordo com Psychology Today, “A inteligência emocional é a capacidade de identificar e gerir as suas próprias emoções e as emoções dos outros.” Isto normalmente envolve a:

  • consciência emocional, o que inclui a capacidade de identificar suas próprias emoções, bem como as dos outros;
  • capacidade de aproveitar as emoções e aplicá-las a tarefas como a resolução de problemas;
  • capacidade de controlar as suas emoções, tais como ser capaz de se acalmar quando se está aborrecido.

Se quer saber se tem uma alta inteligência emocional (IE), ou quer trabalhar no reforço da sua IE, a fim de ter sucesso na vida e sua carreira, aqui estão 10 qualidades que as pessoas com alta IE partilham.

 

  1. Elas não são perfecionistas.

Ser perfecionista pode levar a que fique a meio do caminho para completar tarefas e atingir metas, uma vez que pode vir a ter problemas para começar, adiando, e procurando a resposta certa quando não há uma. É por isso que as pessoas com IE não são perfecionistas. Percebem que a perfeição não existe e continuam para a frente. Se cometem um erro, vão fazer ajustes e aprender com ele.

 

  1. Elas sabem como equilibrar trabalho e lazer.

Trabalhando 24/7 e não cuidar de si mesmo, aumenta o stress e problemas de saúde desnecessários para a sua vida. Face a isso, as pessoas com IE sabem quando é hora de trabalhar e quando é hora de lazer. Por exemplo, se precisam, para se desligar do mundo, de um par de horas, ou até mesmo um fim-de-semana inteiro, elas vão porque precisam de tempo para se desligar e reduzir os níveis de stress.

 

  1. Elas aceitam a mudança.

Em vez de temerem a mudança, as pessoas emocionalmente inteligentes percebem que a mudança é uma parte da vida. Ter medo da mudança dificulta o sucesso, elas adaptam-se às mudanças ao seu redor e têm sempre um plano para pôr em prática no caso de qualquer tipo de mudança ocorrer.

 

  1. Não são facilmente distraídas.

Pessoas com alta IE têm a capacidade de prestar atenção à tarefa em mãos e não são facilmente distraídas com a envolvente, tais como texto ou pensamento aleatório.

 

  1. São empáticas.

Daniel Goleman, psicólogo e autor de “Focus: The Hidden Driver of Excellence”, disse ao The Huffington Post que a empatia é uma das cinco componentes da inteligência emocional. De facto, ser capaz de se relacionar com os outros, mostrar compaixão e ter tempo para ajudar alguém são todos os componentes cruciais da IE. Além disso, ser empático torna as pessoas com IE curiosas sobre outras pessoas e leva-as a fazer muitas perguntas sempre que encontram alguém novo.

 

  1. Conhecem os seus pontos fortes e fracos.

Pessoas emocionalmente inteligentes sabem aquilo em que são boas e menos boas. Elas não só aceitam os seus pontos fortes e fracos, como também sabem como aproveitar os seus pontos fortes e fracos, trabalhando com as pessoas certas na situação certa.

 

  1. São auto-motivadas

Foi um daqueles miúdos(as) ambiciosos e trabalhadores, foi motivada para alcançar um objetivo – e não apenas porque havia uma recompensa no final? Ser empenhado genuinamente, mesmo desde jovem, é outra qualidade possuída por pessoas com IE.

 

  1. Elas não moram no passado.

Pessoas com alta IE não têm tempo para divagar sobre o passado, porque estão muito ocupadas contemplando as possibilidades que o amanhã trará. Não deixam os erros do passado consumi-las com a negatividade. Não guardam rancores. Pois ambos adicionam stress e nos impedem de avançar.

 

  1. Focam-se no positivo.

Pessoas emocionalmente inteligentes preferem dedicar o seu tempo e energia para resolver um problema. Em vez de insistirem no negativo, olham para o positivo e para aquilo sobre o que têm controle. Além disso, também gastam seu tempo com outras pessoas positivas e não com as pessoas que constantemente se queixam.

 

  1. Estabelecem limites.

Embora as pessoas com elevada IE possam parecer pushovers por causa de sua polidez e compaixão, elas realmente têm o poder de estabelecer limites. Por exemplo, sabem como dizer não aos outros. O motivo? Impedir que fiquem sobrecarregadas, esgotadas porque têm muitos compromissos. Em vez disso, estão conscientes de que dizer não liberta-as de completar compromissos anteriores.

By John Rampton * para inc.com  (*empreendedor, investidor,  guru do marketing online, fundador da Due. Classificado em 2º no Top 50 Online Influencers in the World, pela Entrepreneur magazine e distinguido como marketing expert pela Time)